Por que investir em vídeos?

Vídeos, desde o século passado, já são usados para transmitir mensagens comerciais e aumentar a visibilidade de negócios em todo o mundo.

É claro como cristal o poder que imagens em movimento tem de chamar a atenção e fazer pessoas conhecerem produtos, conceitos, ideias, serviços, tudo.

Nos últimos 70 anos, a coisa foi ficando mais profissional, sofisticada, complexa. E, aproximadamente na última década, com a internet fazendo parte da vida das pessoas, os vídeos ganharam uma propulsão enorme.

Investir em vídeo é tão fundamental que temos mais posts aqui no blog falando do “como” do que do “porquê”, mas vale dar um passo pra trás e entender o que faz dos vídeos o queridinho de investimentos publicitários e corporativos de uma forma geral.

1. Vídeos estão por toda a parte e é o que os consumidores estão vendo agora

O brasileiro consome cerca de 15 horas semanais de vídeo só na internet, isso dá mais de 2 horas por dia (Fonte: Google/Provokers 2018). Na TV são 22 horas e mais de 85% das pessoas assistem vídeos na internet e na TV ao mesmo tempo (louco, não!?).

Mais de 80% das pessoas que tem acesso à internet consomem vídeo. Vídeo é o formato de mídia mais consumido no Brasil e no mundo.

A junção das imagens em movimento, expressões, gráficos, ilustrações, com o áudio, quer seja música, uma narração, uma fala, são poderosíssimas ferramentas para aumentar e muito a chance de a mensagem ser transmitida (as pessoas podem até não concordar com a mensagem de muitos vídeos, mas certamente entenderam o que foi passado).

2. Você pode comunicar tudo em vídeo

Desde comunicados internos para funcionários de uma empresa até vídeos publicitários para vender produtos, vídeos comportam um vasto leque de possibilidades.

Além dos usos mais tradicionais como os vídeos publicitários, vídeos de conteúdo explicando os benefícios de um produto, vídeos gráficos para comparar as vantagens, também há usos mais institucionais, como comunicar uma nova forma de organização, apresentar os resultados do ano, comunicar as próximas ações de um plano.

Também vale incluir vídeos nas estratégias que antes estavam reservadas apenas para palestrantes falando ou textos, como é o caso das apresentações que hoje dividem espaço com vídeos para tornar o momento mais emotivo ou até e-mails cotidianos com informações importantes são passadas através de vídeos.

De acordo com o objetivo, seja vender um produto, apresentar um conceito, comunicar uma mudança na organização, há um tipo de vídeo que pode ser produzido.

3. Curtos ou longos, diretos ou interativos

Hoje, além de todos os benefícios tradicionais dos vídeos, também contamos com evoluções importantes, como vídeos interativos, como as lives que acontecem com frequência no Facebook, Instagram e YouTube, por exemplo. Lives são formas de deixar a comunicação mais aberta, permitindo interações em tempo real.

Os vídeos também podem ser pensados de acordo com a audiência e o lugar onde será distribuído. Por exemplo, se for um vídeo institucional, tende a ser mais longo e normalmente é transmitido em TVs, logo, requer que seja gravado na horizontal.

Vídeos publicitários já objetivam chegar a uma grande audiência e uma grande parte dela já está nos celulares, que são verticais. Logo, o vídeo deve ser gravado na vertical e normalmente são mais curtos.

4. Mídia

Além de pensar no formato, onde este vídeo vai ser distribuído para chegar em mais pessoas também fundamental. Impulsionar o vídeo para que ele alcance a sua audiência é uma das formas de torná-lo mais rentável e fazer seu negócio ser descoberto por muito mais pessoas e potenciais compradores.

Hoje em dia, nos principais canais, como Facebook, Instagram e YouTube já é possível segmentar essa audiência por idade, gênero, localização e interesses. Aproveitar dessa tecnologia ajuda muito a trazer retorno sobre os investimentos.

5. Métricas
Fora tudo isso, quando falamos em investimentos, o que queremos ver é o retorno que esse investimento está trazendo. Vídeos são excelentes para antecipar os possíveis retornos deste investimento.

Na internet, principalmente, é possível ver a quantidade de visualizações, o tempo médio que as pessoas ficaram assistindo ao vídeo, as interações das pessoas nos vídeos, a quantidade de cliques para um e-commerce, por exemplo.

Também vale ficar de olho no telefone e nos e-mails: o número de vezes que o telefone tocava e o número de e-mails que recebia antes do vídeo comparado com o depois.

É possível medir de muitas formas diferentes o impacto que um vídeo teve e conectar essas métricas com as métricas de negócios, como vendas, retenção de clientes, retenção e motivação de funcionários, dentre muitas outras.

Com esses pontos, que tal começar 2019 com muitos vídeos e vir bater um papo com a gente?

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