Métodos ultrapassados de marketing

Se você estava esperando ler aqui que a TV e a revista morreram e estão ultrapassados, que o marketing direto não funciona mais, que as ligações de telemarketing não fazem sentido, podemos indicar outros posts para que você fique com a gente, mas este especificamente não vai te ajudar muito.

Algumas práticas, veículos e métodos ainda continuam super vivos, dando resultados, mas, como tudo, passaram por uma boa repaginada em função de todas as mudanças que estamos vendo por aí.

No entanto, algumas premissas precisam ser reavaliadas e novos conceitos precisam ser introduzidos para que as técnicas e metodologias de marketing continuem a entregar os resultados que todas as empresas precisam.

Reunimos 5 atualizações que merecem destaque e podem fazer bastante diferença na hora de planejar e aplicar metodologias de marketing.

Complemente seus dados antigos com os milhões de novos dados

As métricas ficaram mais sofisticadas. A quantidade de informações disponíveis também aumentou exponencialmente. Ignorar essas novas métricas e se manter com as antigas pode dar uma boa desvantagem estratégica.

Por exemplo, que tal, ao invés de medir o resultado de um vídeo somente através de pesquisas na rua, complementar com métricas digitais ao publicar este vídeo no YouTube? Lá você terá quantas pessoas assistiram a 25% do vídeo, 50%, 75% ou 100% dele. Também terá acesso aos comentários. Conseguirá saber exatamente quantas vezes o vídeo foi visto. Quantos acessos a seu site ele gerou. Dente muitas outras métricas.

Claro que este foi apenas um exemplo, mas vale pra exercitar as milhares de outras ocasiões em que é possível complementar um dado “antigo” com um novo e tomar melhores decisões de onde e como investir.

Adapte seus vídeos para as plataformas e não apenas replique

Cada canal, seja a TV, o YouTube, Facebook, Instagram, Stories tem sua própria característica e um comportamento de público específico.

Por exemplo, no Facebook o uso é mais frequente em momentos intermediários, como acessar no ônibus indo pro trabalho, no almoço, quando está esperando alguém, etc. Essa forma de consumo pede vídeos mais rápidos, mais curtos. O que é oposto do YouTube, em que as pessoas já acessam para consumir conteúdos mais longos, com áudio ligado. Aqui cabem vídeos mais longos, mais trabalhados. Na TV, a narrativa também é mais longa, dá pra contar uma história.

Ou seja, criar um conteúdo para TV e replicar no Facebook certamente não vai trazer o resultado que está esperando. O mesmo acontece na via contrária, usar um influenciador digital para decorar uma fala e gravar para publicar na TV pode ser um fracasso.

O ponto é: cada canal tem sua própria característica, fazer uma única criação e replicar para todos já não funciona mais. O ideal é planejar e escolher bem cada um para conseguir criar e produzir especificamente para ele. Os ganhos com relevância, retenção da mensagem, lembrança do produto e conversão em vendas vão fazer cada centavo valer a pena.

Não há tamanho único para todos

Hoje as tecnologias evoluíram muito e já é possível fazer uma comunicação um pra um, levando em consideração hábitos, preferências e características de cada um de seus potenciais clientes.

Somente no ano passado houve um aumento superior a 60% nas buscas feitas no Google para termos como: “para mim”, por exemplo, “melhor tênis de corrida para mim”. As pessoas esperam que as empresas tenham esse conhecimento sobre eles do mesmo jeito que o Google e o Facebook tem. Elas esperam e confiam que um anúncio é uma oferta vão ser direcionada para elas.

A antiga maneira de criar um modelo único de comunicar, de definir preços e ofertas não atende mais às expectativas dos consumidores de hoje.

Então vale a pena olhar e automatizar os fluxos de marketing para falar com milhões e um a um ao mesmo tempo. Até o temido telemarketing pode ser bem aceito se você acertar o que aquele consumidor está precisando naquele momento.

Essas são apenas algumas das possíveis atualizações dos antigos métodos que sempre funcionaram, mas precisaram ser repensados. A principal mensagem aqui é: do que você sempre acreditava que funcionava, o que mudou e o que pode fazer com toda a tecnologia disponível.

E se você chegar à conclusão de que precisa atualizar suas estratégias de vídeo, conta com a gente e vamos bater um papo! 😉

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